Falar da nossa mãe ou do nosso pai, sobretudo quando ainda somos crianças ou adolescentes, é um acto de afecto. Mas também pode ser um gesto de ternura, em que se mistura o amor filial e o humor. Este livro é um óptimo exemplo de tudo isto. E é também um presente inesquecível.
As crianças, os próprios bebés, sabem por instinto interpretar a fisionomia dos pais. O olhar, a expressão da cara da mãe, a par da voz e do contacto físico, são as primeiras mensagens que conseguem decifrar. Quando nascem não sabem o significado dos sons e palavras que ouvem, mas dirigem o olhar para a cara dos que lhe estão próximos na tentativa de perceber o que se passa. Com este livro, quiseram os autores sublinhar o que as próprias crianças intuem, naturalmente, mas que nunca é de mais lembrar-lhes: distraída, triste, alegre, cansada ou irritada, a mãe gosta sempre, incondicionalmente, do seu bebé. Um livro mais afectivo do que literário, onde todas as crianças vão poder projectar-se nesta relação íntima e amorosa entre o Bebé e a Mãe.
Sinopse
Primeiro apareceram os livros, depois foram adaptados para formato televisivo, actualmente em exibição no programa Zig Zag da RTP 2, a verdade é que ninguém fica indiferente às histórias da pequena Princesinha. Tony Ross soube aproximar-se do universo dos mais jovens leitores e criou uma personagem que apesar de pertencer à realeza, vive aventuras como qualquer outra criança da sua idade. Neste novo livro, a Princezinha depois de diversas peripécias chama por uma figura recorrente: a sua mãe. E só ela consegue resolver os obstáculos com que a filha se depara, como daquela vez em que afirmou com toda a certeza em como não havia nenhum monstro debaixo da cama, ou quando elogiou um desenho borratado afirmando que lhe parecia um dia de chuva. No final, os leitores vão ter uma enorme surpresa, em vez de ser a princezinha a chamar pela mãe, é a mãe a chamar por ela. Quem diria?
Nesta bonita história, uma mãe explica ao seu filho que os beijos podem ser de muitas cores: cor de laranja de manhã, carregados de vitaminas e vitalidade, verdes como a música, ou amarelos, cheios de luz e de sol... e... como serão à noite?
Neste dia tão especial não te esqueças de dar um beijinho à tua mamã!
Sem a luz (energia) do Sol, a vida na Terra não seria possível. Não existiriam as plantas, os ventos, os rios, as cores, enfim nenhuma forma de vida. Seríamos uma imensa massa, escura e fria, congelada a uma temperatura de -270 ºC.
Todas as coisas vivas precisam de se alimentar de energia para crescer, mover e reproduzir. As plantas suprem as suas necessidades captando a luz do sol e convertendo-a em energia química num processo conhecido como fotossíntese. Outros seres vivos, como os seres humanos, que não conseguem realizar a captação de energia dessa forma têm de supri-la alimentando-se de outros animais ou plantas.
Na Terra, quase todas as fontes de energia conhecidas e utilizadas pelos homens foram ou são derivadas do Sol. O carvão, o petróleo, e o gás natural conhecidos como combustíveis fósseis, são produtos da captação e armazenamento da luz solar em plantas, algas e animais pré-históricos, que existiram há milhões de anos atrás. As florestas e culturas agrícolas existentes hoje (como a cana de açúcar), chamadas de biomassas, são também produtos do processo de fotossíntese.
A evaporação de parte da água dos rios, lagos e mares é provocada pela luz do sol. Esses vapores sobem para a atmosfera, reúnem-se formando nuvens que se deslocam, condensam e caem como chuva, reabastecendo os rios e lagos que correm para o mar.
Este ciclo, desde a evaporação até a precipitação é chamado de ciclo hidrológico. A energia contida nas águas correntes dos rios foi aproveitada antigamente através de moinhos de água e mais recentemente por intermédio das chamadas "fábricas" hidroeléctricas. O aquecimento desigual da atmosfera terrestre pelo Sol provoca o surgimento de regiões com diferenças na pressão do ar. As regiões de ar sob altas pressões tendem a mover-se para regiões de baixas pressões, criando os ventos.
Nos dias 12 e 19 de abril realizou-se na Biblioteca Escolar a atividade "A VOLTA AO MUNDO EM 80 ADIVINHAS" .
Foram apresentadas algumas curiosidades dos vários países mencionados no livro e feitas as adivinhas aos alunos.
A atividade foi muito divertida e interessante!
SINOPSE
Neste livro encantador, podes fazer a tua primeira experiência de viajar por todo o mundo. Escolhe um dia para assistires às filmagens em Bollywood, na Índia, e não deixes de ir às compras num mercado típico de Marrocos. Também podes inscrever-te num safari no Quénia ou dar um belo passeio por Moscovo. Mas, atenção! Não mudes de cidade sem decifrares as divertidas adivinhas que lá estão à tua espera e descobrires as curiosidades de cada lugar.
- 10 fascinantes lugares para viajar por todo o mundo.
- 80 adivinhas para resolver. Só tens de girar a roda em cada página. O que será?
- 80 factos curiosos relacionados com cada cidade.
Sabias que a linha de comboio mais longa do mundo fica na Rússia?
Na Biblioteca aos intervalos temos sempre muita atividade. Os alunos estão no computador, fazem trabalhos, leituras, jogos de mesa e visionamento de filmes.
Que bom podermos partilhar este espaço fantástico!
Os três porquinhos são tão porquinhos , tão desarrumados, que o pai porco sente que eles precisam de aprender uma lição e manda-os viver sózinhos.
Mas antes de saírem de casa , a mãe aconselha-os a construirem uma casinha para se protegerem do terrível lobo.
As crianças adoraram ouvir esta versão da história dos três porquinhos , onde também há a casinha de palha, a de madeira e de pedra, mas também algumas reviravoltas que enchem esta história de humor e dão asa à imaginação.